Paulo Falcão - CSCVL

PAULO FALCÃO

48 ANOS NO CÉU.

Em meio século de voo livre no Brasil, Paulo Falcão soma 48 anos no ar. Sem interrupção. Esse nunca pousou.

Mão na asa, mente na gestão. Ator de um grande elenco que segurou o voo livre nas horas turbulentas.

Nos anos 80, ele esteve no olho do furacão.
Após o incidente com asas estranhas aos clubes e à ABVL cruzando a rota da Ponte Aérea, a rampa foi fechada. Gustavo Carreira foi a Brasília desenrolar o nó. Paulinho Falcão assumiu como vice-presidente da ABVL e ajudou a reerguer tudo.

Do escritório no centro da cidade à sede na Praia do Pepino.
As reuniões aconteciam numa sala alugada por Gustavo no Ed. Avenida Central, ou no Zen, restaurante de comidas naturais. Uma vez por semana, no fim de tarde, aquela sala tinha pauta e destino.

Em 1982, a convite do próprio Gustavo, Paulo virou vice-presidente da AVLRJ. Ficou até 2005 como diretor financeiro da ABVL e da AVLRJ. Formado em Administração desde 1981, trouxe a caneta para onde o vento soprava.

No ar, a linha do tempo é a mesma. De Competidor a Instrutor, o primeiro voo duplo em julho de 1980, Torrey Pines, numa Moyes Maxi. Depois os duplos de Mega. Ao chegar no Rio, já voava duplo com a namorada na Gávea, numa asa do Casemiro. Virou profissional da instrução em 1993, ao voltar da Bahia, comprando uma Condor 194 do Valtinho.

Paulo é a ponte aérea entre o rotor da administração e a estrutura que sustenta o voo hoje. Piloto, gestor, instrutor. Quase meio século sem pousar.

Hoje segue no Colégio dos Delegados e na Diretoria do CSCVL. Guarda é ouro. E CSCVL é casa.

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