Tudo começou com Francis Rogallo. Engenheiro da NACA, agência que virou a NASA, ele patenteou a “asa Rogallo” em 1948. A ideia era simples: criar uma aeronave barata, fácil e acessível.
Nos anos 60, John Dickenson, inventor australiano, pegou essa tecnologia e adaptou. Primeiro pra uma pipa aquática rebocada por barcos. Logo depois ele fez a grande virada: transformou na primeira asa-delta tripulada da história.
Foi aí que entrou Bill Moyes. Piloto australiano, ele viu o potencial e começou a fabricar e vender as asas de Dickenson. Com as asas “Moyes”, ele viajou o mundo dando demonstrações. Foi Bill quem levou a asa-delta para os EUA e Europa e transformou o invento em esporte de verdade.
Nos anos 70 veio a “Era de Ouro”. Os pilotos deixaram o reboque no mar e começaram a correr montanha abaixo para decolar a pé. Surgiram as primeiras técnicas de pilotagem e as primeiras competições mundiais.
Posteriormente, com paraquedistas decolando de montanhas, nasceu o parapente.
Da patente de Rogallo em 1948, passando pelas asas de Dickenson e Moyes, até as nossas rampas em São Conrado.
Essa é a origem do voo livre. E é aqui no CSCVL que essa história continua.



