Nível: HIGH LEVEL
Claudão não pediu carona pro topo.
Ele aqueceu a montanha e criou a própria térmica pra subir nela.
Aos 14 anos já estava no ar.
De lá pra cá, seus voos e sua vida viraram lenda.
No voo livre o dinheiro também voa.
Asa cara. Viagem cara. Competição cara.
Muita gente pousou nesse problema.
Claudão acelerou nele.
Visão apurada. Não precisava de óculos.
Mas abriu as Óticas Universo com uma asa no símbolo.
O adesivo virou moeda de troca entre voadores.
Nascia ali a primeira equipe carioca bancada por um negócio próprio.
Pra Claudão, empreender nunca foi plano B.
Era o vento da decolagem.
Da Ótica veio a High Level.
Do nome veio o padrão.
Da Lendária Kombi no Pepino veio o símbolo que rodou o Brasil inteiro: “Se minha Kombi falasse”.
Da Associação de Voo Livre, como presidente, veio uma das melhores gestões que a rampa já teve.
Do campeonato High Level ao vivo veio a prova:
voo livre é gestão, é marca, é visão.
Foram os campeonatos internacionais da High Level que fizeram a Praia do Pepino decolar de novo.
E devolveram São Conrado ao topo do Rio.
Claudão entendeu antes de todo mundo:
pra voar em alto nível, você precisa ter alto nível fora da rampa.
Equipe. Estrutura. Chão bem feito pra asa abrir direito.
Multicampeão na vida e no ar.
Um dos pilotos mais queridos do Brasil.
Irmão do Pedro Matos — o Pedrão. Pai e tio do Claudinho e do Pedrinho.
A dinastia segue.
Porque Claudão faz tudo em alto nível.
Claudão é High Level:
a ideia que sustentou o sonho até ele virar realidade.
Coleção LENDAS da Rampa — CSCVL
Pra quem sabe que o céu não é o limite.
Guarda. É voo. É CSCVL.
É figurinha rara. Você tem o empreendedor que criou a High Level, presidiu a Associação, bancou a primeira equipe e sempre voou em alto nível.
